quarta-feira, 9 de julho de 2008

Pode ser que simplesmente não entenda que "talvez eu só queira voar, talvez eu só queira respirar, talvez eu apenas não acredite, talvez eu veja coisas que eles nunca verão (nós vemos coisas que eles nunca verão)".

O que deu em mim? Eu. Que sempre achei tão fácil mentir, atuar e desmentir. Eu: taurina, egoísta, realista, multipolar, auto-suficiente, cética, inconformada, (in)segura, insuportavelzinha e, de vez em quando, modesta.
Eu que sempre duvidei do ar que eu respirava, que sempre detestei jogar pra perder, que sempre adorei dar a cara a tapa e tirar na hora em que ia doer. Que sempre priorizei a palavra "EU".
Andressa - filhinha-de-papai, Tapense, às vezes mimada, às vezes pirada, às vezes mudada, às vezes adaptada. Às vezes ódio, às vezes saudade.
Eu, aquela garota que queria - e ia - viver pra sempre, que queria voar e apenas ser.

Logo eu, que te odeio pra sempre.




Live forever, my friend...