domingo, 6 de julho de 2008

Porque pra ela não importa quem eu fui, quem eu sou ou quem eu posso vir a ser. Não importa o que eu fiz, o que eu faço ou o que ainda planejo fazer.
É incondicional. E é sincero.

Arranca um sorriso do rosto mesmo nos momentos de maior desintegração. Mesmo quando você acha que muito do que você costumava ser se perdeu... ela vem, pula em cima de ti, lambe tua bochecha e te faz ver que as coisas NUNCA são bem assim.


Lua, eu te amo.
Você bem que poderia viver pra sempre.







PS: Pra quem não sabe, a Lua é minha Yorkshire. Dona dos olhos mais inquietos e compreensivos que eu já vi nesse mundo. Felicidade traduzida em latidos e lambidas pela manhã.